Doença de Parkinson é tema de
ciclo de palestras

Acontece neste sábado, dia 23, o I
Ciclo de Palestras sobre a Doença de Parkinson. Gratuito, o evento será
realizado das 10 às 12 horas, na UniSantos - Campus Dom Idílio Soares (Avenida
Conselheiro Nébias, 300) - auditório 200 - e é voltado aos portadores da
doença, cuidadores, profissionais e qualquer pessoa interessada. A iniciativa
é do grupo Lótus.
O encontro está dividido em três explanações. A primeira será "Recente avanços
no tratamento da doença", proferida pelo neurologista e neurocirurgião Edson
José Amâncio. Em seguida, será a vez da fonoaudióloga Maria Aparecida Coelho
falar sobre "A importância do treinamento fonoaudiológico. Para fechar, a
fisioterapeuta Fabiana de Carvalho abordará "O papel da fisioterapia".
Estacionamento
Para o evento, estão reservadas 30 vagas para carros no estacionamento da
Rua Luiza Macuco, 157. Os interessados devem pedir para guardar um dos lugares
pelo e-mail estacionamentociclodepalestras@gmail.com,
além de informar a placa, a cor e a marca do veículo.
Inspirado na lenda de flor de lótus, símbolo da expansão espiritual, do
sagrado, do puro, do renascer, o grupo é formado por profissionais de diversas
áreas (neurologia, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, gerontologia,
professores etc) e conta com o apoio do Fórum da Cidadania de Santos, da
UniSantos e dos laboratórios farmacêuticos Boehringer, Novartis e Roche.
Doença
Parkinson é uma doença neurodegenerativa, progressiva e multifacetada que,
portanto, exige tratamento bastante individualizado e persistência
profissional. A formação de grupo para atender pessoas portadoras da doença de
Parkinson é idéia antiga que emergiu de dificuldades as pessoas com esta
doença a se integrar socialmente. Santos precisa há tempos de um projeto que
atenda a necessidade social dos pacientes, dado que a proporção de idosos é
das maiores do país. Cerca de 1% das pessoas com 60 ou mais anos são
portadoras da doença. Todavia, em proporção menor, Parkinson é uma doença que
atinge pessoas com menos de 40 anos de idade.
É fundamental estimular a convivência social, já que os portadores da doença
tendem a se isolar. Pretende-se com este grupo, oferecer oportunidades em
oficinas como as de artesanato, pintura, bordado, crochê e tricô, dança,
caminhada, alongamento, canto-coral, treinamento de memória, direito e
cidadania, grupo de auto ajuda (pacientes e cuidadores).